Medir o uso sem perfilar o eleitor.
O Arquivo Público usa métricas de audiência para entender se as pessoas encontram o que procuram, quais partes são lidas e onde a experiência precisa melhorar. Essas métricas não devem ser usadas para descobrir a identidade real do visitante nem para inferir preferência ou orientação política.
O que podemos medir
- página e seção visitadas;
- tempo aproximado de leitura e profundidade de rolagem;
- tipo geral de dispositivo;
- origem da visita, como acesso direto, busca, outro site ou link compartilhado;
- uso de filtros, abertura de fontes, compartilhamentos e troca entre as páginas de Flávio e Lula.
O que não queremos medir
- opinião ou preferência política inferida;
- texto digitado na busca interna de fontes;
- fingerprint criado para identificar secretamente uma pessoa;
- dados destinados a publicidade personalizada.
Google Analytics
Quando a coleta estiver ativada, o site poderá usar Google Analytics 4. A configuração do projeto desativa Google Signals e sinais de personalização de anúncios. A coleta só deve ser habilitada depois que a propriedade de produção estiver configurada e revisada.
Por que medir
O objetivo é melhorar serviço público e compreensão. Se uma seção é abandonada rapidamente, um gráfico não é entendido ou uma fonte não é encontrada, os dados ajudam a descobrir esse problema. Métricas não decidem o que é verdadeiro e não alteram a régua editorial.
Fontes e links externos
O arquivo aponta para tribunais, órgãos públicos, veículos jornalísticos, checagens, vídeos e outras fontes. Ao abrir um site externo, passam a valer as regras de privacidade daquele serviço.
Contato e transparência
Para dúvidas, correções factuais com indicação de fontes primárias, apontamentos metodológicos ou questões sobre privacidade, entre em contato diretamente pelo e-mail: contato@fatopublico.org.